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Pastoral Juvenil

Encontro do âmbito da PJ

Luanda, Vila Mornese 12-13/11/2025: Aproveitando o feriado prolongado, nestes dias decorreu o encontro do âmbito da Pastoral Juvenil da Visitadoria.

Participaram as irmãs coordenadoras locais das comunidades e as referentes de cada sector: MJS, Escolas Profissionais, catequese, ecologia, pastoral escolar. Com o objectivo de aprofundar o sentido da sinodalidade, a importancia de criar redes e percorrer caminhos comuns para responder com criatividade aos desafios juvenis.

Irmã Runita Borja, conselheira geral da PJ, se fez presente com sua mensagem de encorajamento, assim como também Ir. Chanda Nsofwa, do ambito da pastoral juvenil do Instituto, com o acompanhamento da Ir. Natália Miguel, referente da PJ da CIAM.

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Igreja

Documento do Papa Leão XIV sobre o amor para com os pobres

A EXORTAÇÃO APOSTÓLICA DILEXI TE DO SANTO PADRE LEÃO XIV É SOBRE O AMOR PARA COM OS POBRES

A Igreja celebra O IX DIA MUNDIAL DOS POBRES, no XXXIII Domingo do Tempo Comum 16 de novembro de 2025, com o lema: «Tu és a minha esperança, ó Senhor Deus» (Sl 71,5). Essas palavras emanam de um coração oprimido por graves dificuldades: «Fizeste-me sofrer grandes males e aflições mortais» (v. 20), diz o Salmista. Apesar disso, o seu espírito está aberto e confiante, porque firme na fé reconhece o amparo de Deus e o professa: «És o meu rochedo e a minha fortaleza» (v. 3). Daí deriva a confiança inabalável de que a esperança n’Ele não decepciona: «Em ti, Senhor, me refugio, jamais serei confundido» 

Os “rostos” da pobreza

São numerosos os pontos para reflexão, numerosas as motivações para a ação na exortação de Robert Francis Prevost, na qual são analisados os “rostos” da pobreza. A pobreza daqueles que “não têm meios de subsistência material”, de “quem é marginalizado socialmente e não possui instrumentos para dar voz à sua dignidade e suas capacidades”; a pobreza “moral”, “espiritual”, “cultural”; a pobreza “de quem não tem direitos, nem lugar, nem liberdade” (9).

Novas formas de pobreza e falta de equidade

Diante desse cenário, o Papa considera “insuficiente” o compromisso de eliminar as causas estruturais da pobreza em sociedades marcadas por “numerosas desigualdades”, pelo surgimento de novas formas de pobreza “mais sutis e perigosas” (10) e por regras econômicas que aumentaram a riqueza, “mas sem equidade”.

A falta de equidade é a raiz dos males sociais (94)

A ditadura de uma economia que mata

“Quando dizem que o mundo moderno reduziu a pobreza, fazem-no medindo-a com critérios doutros tempos não comparáveis à realidade atual”, afirma Leão XIV (13). Deste ponto de vista, ele saúda “com satisfação” o fato de que “as Nações Unidas tenham colocado a erradicação da pobreza como um dos objetivos do Milênio”. No entanto, o caminho é longo, especialmente numa época em que continua a vigorar a “ditadura de uma economia que mata”, em que os ganhos de poucos “crescem exponencialmente”, enquanto os da maioria estão “cada vez mais longe do bem-estar daquela minoria feliz” e em que se difundem “ideologias que defendem a autonomia absoluta dos mercados e a especulação financeira” (92).

Cultura do descarte, liberdade de mercado, pastoral das elites

Tudo isso é sinal de que ainda persiste – “por vezes bem disfarçada” – uma cultura do descarte que “tolera com indiferença que milhões de pessoas morram de fome ou sobrevivam em condições indignas do ser humano” (11). O Papa condena então os “critérios pseudocientíficos” segundo os quais será “a liberdade do mercado” a levar à “solução” do problema da pobreza, bem como a “pastoral das chamadas elites”, segundo a qual “em vez de perder tempo com os pobres, é melhor cuidar dos ricos, dos poderosos e dos profissionais” (114).

Realmente, os direitos humanos não são iguais para todos (94)

Mudar a mentalidade

O que o Papa invoca é, portanto, uma “mudança de mentalidade”, libertando-se antes de tudo da “ilusão de uma felicidade que deriva de uma vida confortável”. Isso leva muitas pessoas a uma visão da existência centrada na riqueza e no sucesso “a todo custo”, mesmo em detrimento dos outros e por meio de “sistemas político-econômicos injustos” (11).

A dignidade de cada pessoa humana deve ser respeitada já agora, não só amanhã (92)

Em cada migrante rejeitado está Cristo batendo à porta

Leão XIV dedica um amplo espaço ao tema das migrações. Para ilustrar suas palavras, ele usa a imagem do pequeno Alan Kurdi, o menino sírio de 3 anos que se tornou, em 2015, símbolo da crise europeia dos migrantes com a foto de seu corpinho sem vida em uma praia. “Infelizmente, à parte de alguma momentânea comoção, acontecimentos semelhantes estão a tornar-se cada vez mais irrelevantes, como notícias secundárias” (11), constata o Pontífice.

Ao mesmo tempo, ele lembra a obra secular da Igreja em favor daqueles que são forçados a abandonar suas terras, expressa em centros de acolhimento, missões de fronteira, esforços da Caritas Internacional e outras instituições (75).

A Igreja, como mãe, caminha com os que caminham. Onde o mundo vê ameaça, ela vê filhos; onde se erguem muros, ela constrói pontes. Pois sabe que o Evangelho só é crível quando se traduz em gestos de proximidade e de acolhimento; e que em cada migrante rejeitado, é o próprio Cristo que bate às portas da comunidade (75)

Ainda sobre o tema das migrações, Robert Prevost faz seus os famosos “quatro verbos” do Papa Francisco: “Acolher, proteger, promover e integrar”. E do Papa Francisco ele também toma emprestada a definição dos pobres não apenas como objeto de nossa compaixão, mas como “mestres do Evangelho”.

Servir aos pobres não é um gesto a ser feito “de cima para baixo”, mas um encontro entre iguais… A Igreja, portanto, quando se curva para cuidar dos pobres, assume sua postura mais elevada (79)

Mulheres vítimas de violência e exclusão

O Sucessor de Pedro olha então para a atualidade marcada por milhares de pessoas que morrem todos os dias “por causas relacionadas com a desnutrição” (12). “Duplamente pobres”, acrescenta, são “as mulheres que padecem situações de exclusão, maus-tratos e violência, porque frequentemente têm menos possibilidades de defender os seus direitos” (12).

“Os pobres não existem por acaso…”

O Papa Leão XIV traça uma reflexão profunda sobre as causas da pobreza: “Os pobres não existem por acaso ou por um cego e amargo destino. Muito menos a pobreza é uma escolha, para a maioria deles. No entanto, ainda há quem ouse afirmá-lo, demonstrando cegueira e crueldade”, sublinha (14). “Obviamente, entre os pobres há também aqueles que não querem trabalhar”, mas há também muitos homens e mulheres que, por exemplo, recolhem papelão de manhã à noite apenas para “sobreviver” e nunca para “melhorar” a vida. Em suma, lê-se em um dos pontos centrais da Dilexi te, não se pode dizer “que a maioria dos pobres estão nessa situação porque não obtiveram méritos, de acordo com a falsa visão da meritocracia, segundo a qual parece que só têm méritos aqueles que tiveram sucesso na vida” (14).

Ideologias e orientações políticas

Em muitas ocasiões, observa o Papa Leão, são os próprios cristãos que se deixam “contagiar por atitudes marcadas por ideologias mundanas ou por orientações políticas e econômicas que levam a injustas generalizações e conclusões enganosas” (15).

Há quem continue a dizer: “O nosso dever é rezar e ensinar a verdadeira doutrina”. Mas, desvinculando este aspecto religioso da promoção integral, acrescentam que só o Governo deveria cuidar deles, ou que seria melhor deixá-los na miséria, ensinando-lhes antes a trabalhar (114)

A esmola frequentemente desprezada

Sintoma dessa mentalidade é o fato de que o exercício da caridade às vezes é “desprezado ou ridicularizado, como se fosse uma fixação somente de alguns e não o núcleo incandescente da missão eclesial” (15). O Papa detém-se longamente na esmola, raramente praticada e frequentemente desprezada (115).

Como cristãos, não renunciemos à esmola. Um gesto que pode ser feito de várias maneiras, e podemos tentar fazer da forma mais eficaz, mas que deve ser feito. E será sempre melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada. Em todo o caso, tocar-nos-á o coração. Não será a solução para a pobreza no mundo, que deve ser procurada com inteligência, tenacidade e compromisso social. Mas precisamos praticar a esmola para tocar a carne sofredora dos pobres (119)

Indiferença por parte dos cristãos

Na mesma linha, o Papa destaca “a falta ou mesmo a ausência de compromisso” com a defesa e a promoção dos mais desfavorecidos em alguns grupos cristãos (112). Se uma comunidade da Igreja não coopera para a inclusão de todos, adverte ele, “correrá também o risco da sua dissolução, mesmo que fale de temas sociais ou critique os Governos. Facilmente acabará submersa pelo mundanismo espiritual, dissimulado em práticas religiosas, reuniões infecundas ou discursos vazios” (113).

Há que afirmar sem rodeios que existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres (36)

O testemunho dos santos, beatos e ordens religiosas

Para contrabalançar essa atitude de indiferença, há um mundo de santos, beatos e missionários que, ao longo dos séculos, encarnaram a imagem de “uma Igreja pobre e para os pobres” (35). De Francisco de Assis e seu gesto de abraçar um leproso (7) a Madre Teresa, ícone universal da caridade dedicada aos moribundos da Índia “com uma ternura que era oração” (77). E ainda São Lourenço, São Justino, Santo Ambrósio, São João Crisóstomo, seu Santo Agostinho, que afirmava:

“Aquele que diz amar a Deus e não se compadece dos necessitados, mente” (45).

Leão ainda lembra o trabalho dos Camilianos pelos doentes (49), das congregações femininas em hospitais e casas de repouso (51). Ele lembra o acolhimento nos mosteiros beneditinos a viúvas, crianças abandonadas, peregrinos e mendigos (55). E lembra também os franciscanos, dominicanos, carmelitas e agostinianos que iniciaram “uma revolução evangélica” através de um “estilo de vida simples e pobre” (63), juntamente com os trinitários e mercedários que, lutando pela libertação dos prisioneiros, expressaram o amor de “um Deus que liberta não só da escravidão espiritual, mas também da opressão concreta” (60).

A tradição destas Ordens não cessou. Pelo contrário, inspirou novas formas de ação diante das escravidões modernas: o tráfico de pessoas, o trabalho forçado, a exploração sexual, as diversas formas de dependência. A caridade cristã, quando encarnada, torna-se libertadora (61)

O direito à educação

O Pontífice recorda também o exemplo de São José de Calasanz, que fundou a primeira escola popular gratuita da Europa (69), para salientar a importância da educação dos pobres: “Não é um favor, mas um dever”.

Os pequenos têm direito à sabedoria, como exigência básica do reconhecimento da dignidade humana (72)

A luta dos movimentos populares

Na exortação, o Papa também menciona a luta contra os “efeitos destrutivos do império do dinheiro” por parte dos movimentos populares, conduzidos por líderes “colocados muitas vezes sob suspeita e até perseguidos” (80). Eles, escreve, “convidam a superar aquela ideia das políticas sociais concebidas como uma política para os pobres, mas nunca com os pobres, nunca dos pobres” (81).

Uma voz que desperte e denuncie

Nas últimas páginas do documento, Leão XIV apela a todo o Povo de Deus para “fazer ouvir, ainda que de maneiras diferentes, uma voz que desperte, denuncie e se exponha mesmo correndo o risco de parecer estúpidos”.

As estruturas de injustiça devem ser reconhecidas e destruídas com a força do bem, através da mudança de mentalidades e também, com a ajuda da ciência e da técnica, através do desenvolvimento de políticas eficazes na transformação da sociedade (97)

Os pobres, não um problema social, mas o centro da Igreja

É necessário que “todos nos deixemos evangelizar pelos pobres”, exorta o Papa (102). “O cristão não pode considerar os pobres apenas como um problema social: eles são uma questão familiar. Pertencem aos nossos”. Portanto, “a relação com eles não pode ser reduzida a uma atividade ou departamento da Igreja” (104).

Os pobres ocupam um lugar central na Igreja (111)

Fonte: vatican news

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Educação

50 anos de Independência

As nossas comunidades educativas celebram os 50 anos de Independencia com várias iniciativas: palestras, jogos, teatros e danças. 

O dia 11 de novembro de 2025 celebra-se o dia da independencia. As comemorações sao um momento para refletir sobre o compromisso com a paz e a reconciliação entre todos , a justiça social. O lema para as comemorações é Angola 50 anos: Preservar e valorizar as conquistas alcançadas, construindo um futuro melhor. É uma oportunidade para promover o envolvimento cívico e comunitário, consolidando o espírito cidadão. 

Alunos do Complexo Escolar Dom Bosco de Cacuaco
 
 
Alunos do Complexo Escolar Laura Vicuña de Benguela
 
 
 
 
 

Complexo Escolar Maria Auxiliadora – Luena

Complexo Escolar Maria Auxiliadora – Luena

Alunos da Escola Cristo Rei – Menongue, celebram o dia da Independencia e a Canonização de Santa Maria Troncatti

O Hino Nacional de Angola

Ó Pátria, nunca mais esqueceremos
Os heróis do quatro de Fevereiro.
Ó Pátria, nós saudamos os teus filhos
Tombados pela nossa Independência.
Honramos o passado, a nossa História,
Construindo no trabalho o homem novo.
Honramos o passado, a nossa História,
Construindo no trabalho o homem novo
Coro 
Angola, avante!
Revolução, pelo Poder Popular!
Pátria Unida, Liberdade,
Um só povo, uma só Nação!
Levantemos nossas vozes libertadas
Para glória dos povos africanos.
Marchemos, combatentes angolanos,
Solidários com os povos oprimidos.
Orgulhosos lutaremos pela paz,
Com as forças progressistas do mundo.
Orgulhosos lutaremos pela paz,
Com as forças progressistas do mundo
Angola, avante!
Revolução, pelo Poder Popular!
Pátria Unida, Liberdade,
Um só povo, uma só Nação!

Páginas

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Animação missionária

Acampamento missionário

De 03-05/10/2025, em Cacuaco, decorreu o Acampamento Missionário a nivel nacional, com o Lema: É tempo de reavivar o fogo. Com a presença de aproximadamente 180 adolescentes e jovens das nossas presenças, sem contar com a logistica e as irmãs FMA. Com o objectivo de celebrar jjuntos o mês das missões, a Canonização de Santa Maria Troncatti, missionária de paz e reconciliação. Também participaram alguns irmãos salesianos envolvidos na PJ. O encontro foi organizado pelo âmbito das missões, coordenado pela Ir. Domingas Pinto Barreto e com a colaboração das irmãs e jovens da Visitadoria.

O acampamento foi colorido com alguns temas apresentados pelos jovens e as irmãs, momentos de oração, experiências de saída pelos bairros.

A irmã Irene Arango a dar o tema em sintonia com a Canonização de Ir. Maria Troncatti

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Animação missionária

Canonização de Maria Troncatti

Com grande alegria, a Superiora Geral do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, Madre Chiara Cazzuola, com as Irmãs do Conselho Geral, receberam a tão esperada notícia e dirigiram-se a todas as Filhas de Maria Auxiliadora com estas palavras:

Por 44 anos, Irmã Maria conviveu com o povo Shuar nas áreas de Macas, Méndez, Sucúa e Sevilla Dom Bosco. Além de levar a Palavra de Deus, trabalhou entre os indígenas como enfermeira, cirurgiã, ortopedista, dentista e farmacêutica. A religiosa dedicou-se, de modo particular, à promoção das mulheres Shuar, fomentando o nascimento de novas famílias cristãs, baseadas na livre escolha e não mais em casamentos arranjados.

Sua obra consolidou-se no hospital “Pio XII”, em Sucúa, e em inúmeros dispensários espalhados pela selva. Sempre em atividade incansável tornou-se mãe de milhares de pessoas.

Sua missão terrena terminou em 25 de agosto de 1969: o avião, que a levava para Quito, caiu logo após a decolagem. A rádio da Federação Shuar deu a notícia assim: “Nossa Mãe, Irmã Maria Troncatti, morreu”. Seus restos mortais descansam, hoje, em Sucúa. Em 2012, Bento XVI proclamou a sua Beatificação. Em breve, no dia 19 de outubro, será proclamada Santa.

Em vista da cerimônia de canonização, segundo o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, realizou-se, nestes dias, no Centro Pastoral do Vicariato de Río Blanco, em Macas, a primeira sessão do Tribunal responsável pelo reconhecimento canônico e o tratamento de conservação das relíquias da Irmã Maria. A cerimônia contou com a presença da Irmã Lupe Erazo, Superiora da Inspetoria do “Sagrado Coração” das Filhas de Maria Auxiliadora do Equador, das religiosas das comunidades amazônicas e dos sacerdotes e diáconos do Vicariato Apostólico de Méndez.

O evento teve início com a leitura de um trecho biográfico, por Angélica Almeida, responsável do Arquivo Histórico Salesiano. A seguir, Dom Néstor Montesdeoca Becerra, SDB, Bispo do Vicariato Apostólico de Méndez, presidiu à sessão inaugural do Tribunal, durante a qual foi publicado o Rescrito Oficial do Dicastério das Causas dos Santos, que continha o “nihil obstat” para o reconhecimento canônico dos restos mortais.

Enfim, os membros do Tribunal viajaram para Sucúa, onde as relíquias foram extraídas do altar, a ela dedicado na capela, onde descansam seus restos mortais. As relíquias foram levadas ao local, onde o diácono Luciano Griggio, técnico conservador, iniciou o tratamento correspondente para a sua conservação.

ORAÇÃO

Pai misericordioso,
que, por obra do Espírito Santo,
suscitastes em santa Maria Troncatti,
Filha de Maria Auxiliadora e missionária intrépida,
uma caridade materna para com os jovens e os pobres,
concedei-nos, por sua intercessão, a graça que te pedimos
e o dom de sermos, como ela, artífices de reconciliação e de paz.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amen

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Visitadoria

Primeira Profissão Religiosa

Benguela foi sede da Primeira Profissão Religiosa de 5 irmãs. Presidente da Celebração foi o Senhor Pe. Manuel Cambange, Vigário da Inspectoria Mamá Muxima dos Salesianos de Dom Bosco Angola, no Centro Social Laura Vicuna.

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Visitadoria

Visita Canônica da Ir. Paola Battagliola

Um tempo de graça, neste ano Jubilar da Esperança, a visita da Ir. Paola que decorreu de 23 de Fevereiro a 12 de Abril de 2025. Teve oportunidade de conhecer as 8 presenças em Angola, encontros com os jovens, comunidades educativas, com a Família Salesiana. Encheu-nos de alegria e esperança, concluiu-se com a Assembleia da Visitadoria, em Luanda, Casa Provincial, com a participação de todas as irmãs, num clima de gratidão e sentido de família.

(suite…)

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Visitadoria

Primeiras Profissões

05/08: Primeiras Profissões. Com o lema: Permanecei no meu amor, as nossas irmãs Domingas, Inês, Maria Ana emitiram os primeiros votos religiosos no Instituto Filhas de Maria Auxiliadora, na Vila Mornese, presidiu o Pe. Victor Sequeira

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Visitadoria

Renovação dos votos

04/08: Luanda, Vila Mornese: Permanecei no meu amor, com este lema as nossas irmãs junioras renovaram os seus primeiros votos religiosos, das mãos da Ir. Natália Miguel, presediu a celebração o Pe. Manuel Cambamje, vigário provincial dos sdb.

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Obras

Nova presença em Menongue

Nas periferias exisistenciais uma nova presença das FMA em ANGOLA

Respondendo ao apelo do Bispo de Diocese de Menongue, che solicitou a presença das FMA na sua diocese,  a jovem Visitadoria “Rainha da Paz” respondeu com  entusiasmo  missionário. A Diocese, localizada no sul de Angola, com pouca presença missionária  e enorme extenssão territorial .

Depois de  ter dado passos neccessários para abertura de uma nova presença, depois de umas visitas previas À Diocese,  no dia 27 de Agosto começou a primeira caravana para preparar  a  abertura da comunidade: Ir. Natalia Miguel,  Provincial,  ir. Zvonka Mikec, Eóonoma Provincial e Ir. Irene Arango, Diretora da nova presença. Foram acolhidas no aeroprto pelo pe. Agostinho  Yambi Jaime Fina, Chanceler da Diocese. No dia 29 chegram de carro, depois de 14 horas de viajem, desde Luanda, ir. Jaqueline Perreira e ir. Julia Sussu Salimanda,  che formarão a primeira comunidade, acompanahdas pela ir. Maria Domalewska.

A Diocese  ja preparou para a comunidade uma casa  e o minimo necessário para começar. No domingo dia 1 de setembro  2024, o Sehor Bispo, Dom Leopoldo Ndakalako, acolheu e presentou as irmãs à comunidade Diocesana, durante a solene celebração Eucaristica  na Sé Catedral do Menongue. Agardeceu o Instituto por ter respondido com generosidade ao seu apelo de uma presença salesiana na diocese, pois disse ele, “é presença de um carisma e de uma spiritualidade que vai enrequecer a Igreja. As irmãs responderam ao apelo do Senhor para uma missão e ariscaram  para uma presença na Diocese. Elas vieram para levar o Evangelho aos mais pobres. “ Com alegria o povo acolheu as irmãs depois de ir. Natalia Miguel, a provincial,  as ter apresentado à comunidade.

No fim da tarde do mesmo dia,  o senhor Bispo, acompanhado  pelo Paroco da Sé Ctedral pe. Jesus Elias Paixão, pelo  padre Agostinho, Chenceler e pelo pe. Augusto Tchimvali (que ja foi indicado capelão da comunidade)  e na presença da comunidade, abriu as portas da casa, entregou as chaves da casa a ir. Natalia, que em seguida entregou-as a Diretora da Casa ir. Irene Arango. Passou abençoando os ambientes da casa  e as pessoas que vão la viver. Agradecidas pelo carinho do Senhor Bispo as irmãs expressaram  a alegria de estar na sua casa.

A missão chama: a Diocese confia a comunidade uma escola catolica da Diocese, na qual  com a arte salesiana, poderão dar vida nova a muitas crianças e jovens.  Bairo da Paz, assim é nome  onde se situa a escola,  espera as irmãs, para levar  a paz, a harmonia e  a alegria de uma vida nova. Maioria da população tem sofrido muito no tempo da guerra de Angola e esta procurar sarar as feridas  e reconstruir  a vida. Esta vida nova que o Senhor vem dar  a todos que esperam nele. Por isso a nossa presença – comunidade tem   o nome de “Nossa Senhora da Esperança” … sim para ser  sinais de esperança no meio do mundo sedento de Amor verdadeiro.